[postlink]https://aartedosom.blogspot.com/2011/02/erik-trufazz-musica-sem-fronteiras.html[/postlink]http://www.youtube.com/watch?v=Ku47l0kcGzgendofvid
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Bato três vezes com a cabeça na parede e pergunto-me como é que só agora cheguei a Erik Truffaz.
Há muito tempo que não descobria alguém com esta capacidade de fusionar estilos. O denominador comum é sempre o jazz. Mas depois as derivações vão para o rock, o hip-hop, o drum´n base, pop (e ainda não investi mais de 2 ou 3 horas a procurar).
A dificuldade de selecção foi tanta que tive que optar por vos deixar três propostas de uma assentada
A segunda ou se ama ou se odeia. Se lhe derem tempo acho que acabam como eu: cativados e rendidos.
A terceira é o melhor exemplo de fusão das três
P.S.1 Não sei bem porquê mas ao longo das audições que tenho feito imagino que este trompete encaixava como uma luva na guitarra de Pat Metheny e no piano de Lyle Mays
inserido por: nuno magalhães
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Bato três vezes com a cabeça na parede e pergunto-me como é que só agora cheguei a Erik Truffaz.
Há muito tempo que não descobria alguém com esta capacidade de fusionar estilos. O denominador comum é sempre o jazz. Mas depois as derivações vão para o rock, o hip-hop, o drum´n base, pop (e ainda não investi mais de 2 ou 3 horas a procurar).
A dificuldade de selecção foi tanta que tive que optar por vos deixar três propostas de uma assentada
A segunda ou se ama ou se odeia. Se lhe derem tempo acho que acabam como eu: cativados e rendidos.
A terceira é o melhor exemplo de fusão das três
P.S.1 Não sei bem porquê mas ao longo das audições que tenho feito imagino que este trompete encaixava como uma luva na guitarra de Pat Metheny e no piano de Lyle Mays
inserido por: nuno magalhães
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